quinta-feira, 10 de maio de 2012

FELIZ DIA DAS MÃES!!!

Falo como filha que fui... rebelde, a caçula das mulheres, uma pequena rebeldia sem causa, como é típico da adolescência de uma maneira geral...o tempo passou, a adolescência se transformou em amadurecimento repentino, quase forçado, porém, necessário e certo para a ocasião... me tornava ali, uma Mãe... e somente a partir daquele momento, comecei a entender o que realmente significa ser responsável por outra pessoa... Ser mãe me fez entender que palavras nem sempre conseguem expressar como as coisas realmente são e significam... explicar o que é ser MÃE, é algo único e ao mesmo tempo tão cúmplice com todas as descrições diferentes que qualquer mãe possa dar... Como filha, errei e tentei me redimir dos meus erros com minha mãe...acho que foi o suficiente para fazê-la entender que apesar de toda rebeldia, meu amor de filha sempre foi maior e minha admiração, ainda persistirá por toda minha vida... No momento em que me tornei mãe, descobri que não há um dicionário, não há regras específicas, não há manuais suficientes para cada situação... e cada situação é única na forma de vivenciá-las, assim como é também unânime nas histórias de mães... dualidade de significados? É, ser Mãe é isso... complicado e simples... temeroso e admirável... tenso e tranqüilo... surpreendente e inconstante... uma mistura de sentimentos, tudo junto e misturado e tudo muito intenso, com certeza! Ao me tornar mãe, passei a refletir muito mais o papel que minha Mãe sempre representou e desempenhou com tanta força, resignação e determinação... a figura daquela mulher, sempre tão solícita com todos, sem tempo pra si e que estava o tempo todo querendo agradar e ajudar às pessoas a sua volta, me levaram a entender o quanto o significado de Mãe se tornou a pessoa dela... ela não teve outra função maior do que essa... e fiquei me recordando de suas histórias, das lutas árduas em um casamento tão confuso de amor e ódio, de tantos sonhos guardados a sete chaves que imagino eu não tenha ideia de quantos ficaram somente em sua memória... e hoje, como não poderia ser diferente, fico pensando no quanto sou grata à ela por me mostrar que apesar de nenhum manual eficiente e único, a fórmula da minha Mãe me serviu como uma luva... calada, quase como uma criança magoada, ela engoliu o choro, ela engoliu os sonhos, ela engoliu as mágoas e fez de nós, seus filhos, pessoas do bem... cada um à sua maneira, cada um com sua personalidade... e ainda mais, estendeu essa herança para os nossos filhos, que tiveram o privilégio do convívio com ela e mesmo os que não puderam senti-la tão de perto, sabem e hão de receber essa herança através de nossos ensinamentos... Falo como irmã, que tive 3 outras mães-irmãs, que de certa forma me serviu sempre de exemplo, de aprendizado para que eu errasse e corrigisse meus erros através do seus olhos, que me mostraram que o caminho podia ser escolhido entre ser árduo ou fácil, trabalhoso ou mais ameno, conforme cada situação... aprendi muito com vocês e aprendo ainda, admirando demais cada uma de minhas irmãs... personalidades diferentes e que buscam a mesma coisa, uma base sólida e um futuro de sucesso para os filhos, sempre com saúde, honestidade e determinação... estamos no caminho certo... Falo como Mãe, que recebeu as duras palavras de um pai de que somente depois que eu me tornasse mãe é que eu realmente conseguiria entender o que uma Mãe é e sente com relação aos filhos...Hoje eu sei... hoje eu sinto.... hoje eu vivo tudo isso! Aprendi, meu pai e minha mãe... aprendi aquilo que tento passar pras meninas e que apesar de parecer em vão, tenho certeza de que um dia, assim como eu, elas irão entender o que hoje elas talvez achem chato demais me ouvir dizendo... Ser Mãe é assim, uma rotina diária, cheia de surpresas boas, medos, expectativas vencidas, retrospectivas analisadas, momentos cotidianos que fortalecem a família e traz a certeza de que embora não haja explicação suficiente, basta apenas uma troca de olhar, um cuidado, um diálogo, uma brincadeira para que tudo no final fique bem... e assim, tal como quando as carreguei no meu ventre, e as amei com uma intensidade fora do normal, eu as carrego comigo, me preocupando em como melhor educar, como melhor agir, como melhor falar e até como melhor punir para que elas aprendam que tudo, absolutamente tudo o que faço é por amá-las incondicionalmente, tal como hoje, amadurecida e mãe, entendo que minha Mãe fez por mim... e no qual sou tão grata que nem com sua ausência sinto tristeza... apenas saudade... Ser mãe dessas meninas, me torna especial, me torna essencial, me torna tudo o que espero que elas entendam: me torna Mãe-amiga, Mãe-irmã, Mãe-avó, Mãe-mentora, Mãe-espelho... mãe, assim, simplesmente... FELIZ DIA DAS MÃES!!!

sábado, 31 de março de 2012

ELEGIA DO AMIGO MORTO (LYA LUFT)

Quando as palavras nos chegam de forma esclarecedora e doce para nos confortar em algum momento de nossas vidas...
“Foram-se os bons, os ternos, os belos, mas eu não me conformo”, foi o que, citando livremente, lembro-me que disse uma poeta americana, Sarah Teasdale. Alguém que amamos, ou conhecíamos, deixou de existir. Não ouviremos seu passo no corredor, sua voz ao telefone, não teremos longas conversas, não nos reuniremos em grupo de amigos, não contaremos façanhas ou fofocas ou queixas, não trocaremos e-mails. O endereço eletrônico inútil ainda nos espreita no computador, o que fazer? Deletar como se a gente deletasse uma vida? Esta coluna é uma homenagem, não só a um velho amigo que se foi recentemente, como a todas as pessoas queridas que perdi. Homenagens não trazem ninguém de volta, mas talvez ajudem a nós, os que ficamos, a curtir mais, e melhor, o que temos por perto, em lampejos de silêncio e contemplação (ato heróico na correria destes tempos loucos e fascinantes, mas a gente consegue). A morte, intrusa e indesejada, não pede licença: sem bater, escancara num repelão porta ou janela, entra num salto, com suas vestes cheirando a mofo e seus olhos de gato no escuro. Às vezes pega quem mais amamos. E aí, não tem remédio, não tem descanso, não tem nada senão a dor – apesar da nossa natural dificuldade de lidar com ela, a dor é necessária nesses primeiros tempos. É preciso chegar ao fundo desse poço escuro para poder sair dele, ou ao menos ter a cabeça à tona d água. Presenças bondosas, conforto de alguma palavra amiga, saber que os outros estão aí, que ajudam também nas coisas práticas, nos fazem sobreviver. Mas não queiram que a gente não sofra, mesmo nesta cultura nossa do barulho e da agitação, em que no segundo dia já querem que a gente passe o batom e saia às compras. Não por maldade, mas por essa aflição que nos ataca diante do sofrimento alheio, em parte porque ele é uma ameaça à nossa vidinha bem-posta: seremos os próximos? Homenageio aqui a todos os que se foram – embora eu acredite que permaneçam, não importa como, em forma de alma, energia ou memória, o que já seria muito bom: de memórias positivas, que nos iluminem, nos emocionem ou nos façam sorrir, estamos precisados. E homenageio aqui, também, a todos nós que ficamos com a singular tarefa de preservar, no coração e no pensamento, esses que aparentemente perdemos, e de aos poucos retomar a vida – como os mortos gostariam que a gente fizesse. Pois igualmente acredito, com firmeza, que é melhor deixar que os mortos morram (quem viveu isso entende). No começo do luto “tudo é horrível”, dizia uma velha amiga, que havia muitos anos tinha perdido um filho, “mas com o tempo dói menos”. E afinal a vida chama, ainda que no início isso nos pareça um insulto. Pois honrando a vida também estamos honrando os nossos mortos, que, na nossa lembrança não mais crispada, na nossa melancolia não mais indignada, na integração de seus atos e palavras em nós, no que temos de melhor, continuarão vivos. Em última análise, apesar de todo dilaceramento, solidão e lágrimas, a morte (que não é fim, mas transformação), estranhamente, loucamente, tem um poderio limitado: seu dedo cruel e ossudo não consegue encontrar a tecla com que deletar nossos melhores afetos.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Saudade batendo forte...

Notícias do lado de cá... estamos caminhando, e tenho certeza de que sempre estaremos caminhando com sua proteção e benção... estamos indo, traçando nossa história, construindo o futuro das crianças, cuidando, educando, respeitando e amando muito uns aos outros... seguimos... a vida deve seguir seu curso... Ontem chamei muito por você, mãezinha... meu coração pedia por um toque, por ver aquele sorriso descontraído e querido que tanto nos alegrava... sentir sua presença, seu jeito de cuidar, seu cuidado em nos agradar, ouvir sua voz, contar como está sendo meu dia... pensei tanto que sonhei... no meu sonho, seu sorriso de sempre, sua alegria de sempre e acordei em prantos... de saudades... acho que é assim, a saudade fica sempre batendo à nossa porta, às vezes com mais intensidade, como ontem...
Saudade de Mãe Pe. Fábio de Melo Coloquei o filtro da arte naquela cena comum, e a luz - que até então estava escondida -, veio surpreender-me com seu poder de claridade. A mulher simples, mãos calejadas de lida rotineira, mulher que aprendeu a curar as dores do mundo a partir de meus joelhos esfolados de quedas e estrepolias. Aquela mulher, minha mãe, rosto iluminado pela labareda que tinha origem no fogão de lenha. Trazia consigo o dom de me devolver a calma, que a vida tantas vezes insistiu em me roubar. Aquela cena: mulher, fogão de lenha, panela preta escondendo a brancura de um arroz feito na hora. É uma das cenas mais preciosas que meu coração não soube esquecer. Saudade de mãe é coisa sem jeito, chega quando menos imaginamos: um cheiro, uma melodia, uma palavra... uma imagem, e eis que o cordão do tempo, nos convida ao retorno da infância. Como se um fio nos costurasse de novo ao colo da mulher que primeiro nos segurou na vida e agora nos pudesse regenerar. Saudade de mãe é ponte que nos favorece um retorno a nós mesmos; travessia que borda uma identidade muitas vezes esquecida, perdida na pressa que nos leva. Saudade de mãe é devolução, é ato que restitui o que se parte; é luz que sinaliza o local do porto, é voz no ouvido a nos acalmar nas madrugadas de desespero e solidão, através de uma frase simples: Dorme meu filho! Dorme! Hoje, nesse dia em que a vida me fez criança de novo, neste instante em que esta cena feliz tomou conta de mim, uma única palavra eu quero dizer: Oh minha mãe, que saudade eu sinto de você!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A Morte não é Nada - " Santo Agostinho "

"A morte não é nada. Eu somente passei para o outro lado do Caminho. Eu sou eu, vocês são vocês. O que eu era para vocês, eu continuarei sendo. Me dêem o nome que vocês sempre me deram, falem comigo como vocês sempre fizeram. Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas, eu estou vivendo no mundo do Criador. Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos. Rezem, sorriam, pensem em mim. Rezem por mim. Que meu nome seja pronunciado como sempre foi, sem ênfase de nenhum tipo. Sem nenhum traço de sombra ou tristeza. A vida significa tudo o que ela sempre significou, o fio não foi cortado. Porque eu estaria fora de seus pensamentos, agora que estou apenas fora de suas vistas? Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do Caminho... Você que aí ficou, siga em frente, a vida continua, linda e bela como sempre foi."

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

OBRIGADA, MÃEZINHA!!!


Tristeza não é algo permitido para homenageá-la... Uma mulher com a fibra que teve para enfrentar todas as dificuldades que enfrentou, sempre com um sorriso no rosto e um gesto meigo para nos agradar, não pode deixar tristeza nos nossos corações... Saudade sim, e uma saudade enorme, sem tamanho...
Hoje me peguei sentindo uma saudade diferente... estou aqui, vim ao seu encontro e sei que no momento não mais posso te ver e tocar... a saudade vai ficar... e vai bater nos momentos em que estiver comemorando uma vitória da vida, quando acontecer algo de feliz com as meninas, quando a dificuldade bater e não ter mais a senhora para ouvir, quando nos reunirmos e não ter mais a sua risada deliciosa e muito menos a suas mãos talentosas para fazer aquelas comidas que só a senhora sabe... desse gostinho não mais provarei igual... e a saudade vai bater forte...
Hoje não sei o que escrever...não há nem mesmo tempo para expressar o vazio, pois a vida pede passagem e a senhora não permite que a gente se abata... temos tanto a fazer em sua homenagem, certo? Temos que correr para viver melhor, temos que nos ajustar para educar nossas crianças, temos que seguir o caminho de lutas, de cabeça erguida para deixá-la orgulhosa e na certeza de que faremos o que você sempre quis... "sejam felizes, não briguem por bobagem, fiquem bem"...ficaremos, com a saudade latejando, mas ficaremos bem por você, por seus ensinamentos... por nós, para sermos melhores do que somos e para passarmos adiante tudo de melhor que tivemos no seu convívio...
Hoje, além de firmar meu amor eterno por ti, tenho apenas pra dizer em oração:
- OBRIGADA, MINHA MÃE!!! VÁ EM PAZ!... OLHE POR NÓS!!!...

BEIJOS, MÃEZINHA!!!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

ACREDITO EM MILAGRES...


Acredito em milagres... e milagres não apenas de cura, não apenas de mudanças ou coisas exorbitantes e inacreditáveis... acredito no milagre do dia a dia...
Estou de novo, voltando ao meu antigo lar... sei que será muito mais difícil e meu coração apertado me diz que temos que deixar a vida seguir seu curso... vou ao encontro do milagre maior de minha vida, de ter sido escolhida para fazer parte dessa família que tem como base forte essa mulher que só me ensina a ser melhor...
Mãezinha... estou indo ao seu encontro, atendendo ao seu pedido e torcendo para que a senhora fique feliz com nossa visita!
Já chego aí!!! E novamente, cheia de amor pra dar e receber!!! Aguente firme!!!
Beijos...

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O que pedir...


Como filha, peço perdão...
Como mãe, peço compreensão...
Como esposa, peço união...
Como mulher, peço sensação...
Como ser humano, peço redenção...
Como esperança, peço transformação...
(by Patty)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Apenas eu te amo, basta?!?

Doença do século, doença da modernidade... seja lá o que ela representa para a maioria, posso dizer o que ela representa para minha pessoa... ela é o núcleo de um problema que foge das nossas mãos... e que nos deixa impotentes e ao mesmo tempo nos remete a dar valor com mais detalhes aos que estão a nossa volta, a dar maior valor as nossas crenças e esperanças...
Tenho pensado em como agir, no que pensar, em como ajudar... sou parte do problema e me sinto incapaz de agir... talvez, isso se dê ao fato de estar longe, fisicamente da minha mãe... Ontem foi especialmente difícil falar com ela... tenho acompanhado de longe toda a evolução dessa doença e acho que fujo um pouco das notícias ruins que tem vindo de lá, não por indiferença, pelo contrário, é por conta do medo e da incapacidade de fazer algo por ela... mas ontem, não tive como escapar de ouvi-la... Mãe, ouvir você dizer que talvez não haja mais o que fazer e que a espera não lhe serve como consolo, ouvir você tentar se despedir de mim, como se não tivéssemos mais um reencontro me deixou muito triste e com uma sensação de mãos atadas ainda maior... eu não soube o que dizer, e as palavras que não vinham se transformaram em um choro incontido de quem não sabe o que fazer... chorei copiosamente, sem pensar muito, sem saber o que pensar... o dia escureceu e continuei com esse choro incontrolável por toda noite... sonhei muito, não me recordo direito do sonho, mas era você que estava nele, minha mãe...descobri que não há consolo que possa diminuir a dor que tenho sentido... mas o apoio e o amor é fundamental para tornar essa dor um pouco mais amena... tantas vezes coloquei em minhas orações que Deus agisse conforme Sua vontade e que o nosso desejo sempre foi que a senhora não sofresse... me senti forte nesses meses todos e sinto uma paz e uma serenidade que não consigo explicar... mas ontem, essa paz e serenidade se tornaram lágrimas e no choro que verteu, percebi que somos tão pobres de atos em momentos de angústia que isso talvez tenha me deixado mais triste... não saber o que dizer me doeu profundamente... não há arrependimentos, não há pendências a resolver entre nós... tenho sim, muita gratidão, muita cumplicidade e solidariedade por sua vida... mas não veio palavras para expressar isso... sinto muito, mãe... ao nos despedir, apenas disse que te amo!... e talvez, como consolo pra mim, talvez eu tenha dito apenas o que precisava dizer, assim, em poucas palavras, sem maiores explicações: - Te amo, muito, mãe!... E como sempre tenho feito, rezo para que Deus tome conta da senhora e que haja tempo para mais um reencontro feliz... Beijo do fundo do meu coração...

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Pufe feito com Caixinhas de suco longa vida...

Depois de tempos sem postar nenhuma arte, resolvi colocar umas fotos do que fiz há algum tempo...
Eu fiz o pufe reciclado com caixinhas de suco longa vida... falta apenas o acabamento, encapar o pufe, se bem que muitos já me pediram pra deixar assim, pois fica mais artesanal e fiel à reciclagem... Aguenta até 100 quilos, tranquilo. Quem me ensinou essa técnica foi uma grande amiga da família, Neli Tomoe. Obrigada e um beijo, Tomo!!!! Saudades imensas!!!...



segunda-feira, 25 de julho de 2011

ESTAR COM A FAMÍLIA NÃO TEM PREÇO!!!


Dizem que felicidade é algo muito relativo... alguns acreditam que felicidade é ter as coisas materiais que tanto almejam, outros acreditam que felicidade é viver de forma simples, outros ainda, que felicidade é algo inatíngivel... não importa... descobri que felicidade é mesmo algo muito pessoal e relativo, mas que no fritar dos ovos, acaba sempre com o mesmo sentimento gostoso de obter a alegria máxima de um momento, de um instante que vai durar eternamente... então, quanta felicidade eu possuo, graças à Deus!!! Junto tudo e descubro que a minha felicidade é viver tudo e mais um pouco, é esperar pouco e brigar por muito, é ter nada e me satisfazer com pouco é esperar algo e me surpreender com o inesperado...
Férias de Julho/11... voltar pro seio da família propriamente dita, com todos os defeitos, com toda saudade, com todas as diferenças e sentimentos à flor da pele e viver intensamente esses momentos... eu fiz isso!!! E AMEI!!!...
Cada retorno ao seio familiar me faz melhor, me torna melhor e me faz querer sempre ser melhor!!!... Valeu demais rever vocês!!! Nem preciso dizer que o que realmente valeu foi rever minha mãe!!! Eitcha mulher guerreira!!!! Se já a admirava, agora então, me surpreendo e admiro ainda mais a sua força!... Senti sua fragilidade através das diversas brincadeiras e sorrisos e da sua implicância diária... senti o quanto esconde sua dor, suas fraquezas e seus medos de fraquejar... ainda assim, mulher corajosa, de força fenomenal, você, minha mãe, me deu mais uma lição que quero carregar pra minha vida e passar pra minhas filhas, sempre: - Não importa as adversidades, mesmo tristes, um sorriso vai valer mais, sorrir vai fazer as coisas ruins se tornarem mais amenas e o que for difícil, vai amainar o coração se soubermos retribuir com compaixão e serenidade...
Desaceleeeeeraaaaa família!!! A vida não precisa ser tão complicada, tão imediata, tão tão tão pra ontem... ainda temos muito o que aprender,ainda estamos engatinhando no que diz respeito a aceitar as diferenças de cada um... a vida parece precisar ser muito corrida, mas nós tornamos isso mais aparente e crescente... e nem sempre precisa ser assim... uma pausa pra relaxar, todos os dias, e rir de nossos medos e fracassos vale a pena, ajuda a enfrentar a vida e as dificuldade que ela nos apresenta... e como eu ri nessas férias!!!(hehehehe... sem maiores detalhes, neh?)
Obrigada mais uma vez!!! Obrigada por cada um de vocês, que sem necessidade de citar nome por nome, sabe a importância que têm em minha vida! Foi muuiiiitooo bom rever cada um de vocês, passou rápido, mas valeu cada instante e valeu rever amigos, tias, primos, sogros, cunhados, irmãos, sobrinhos... e sempre vale muito a pena rever você, mâezinha... sua perspicácia me deu a certeza de que nessa vida, não temos certeza de nada!...
Obrigada pelas férias!!!... Volto pra minha casa, com o sentimento de amor e saudade ainda maior, na certeza de que logo a gente vai se reunir novamente e nos divertir à beça!!!... Beijos no coração de cada um de vocês!!!

terça-feira, 28 de junho de 2011

ESTAMOS INDO DE VOLTA PRA CASA...


Sempre gostei da música e principalmente da letra "Por Enquanto", seja interpretada por Cássia Eller ou Renato Russo...

Mudaram as estações, nada mudou,
mas alguma coisa aconteceu,
Tá tudo assim, tão diferente...
Se lembra quando a gente, chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre, sem saber, que o pra sempre, sempre acaba...
Mas nada vai conseguir mudar o que ficou,
Quando penso em alguém, só penso em você e aí então, estamos bem...
Mesmo com tantos motivos, pra deixar tudo como está,
Nem insistir nem tentar, agora, tanto faz,
Estamos indo de volta pra casa...


Estou indo ao encontro de minha família... indo pegar o colinho tão único de minha mãe... a ansiedade desse reencontro me fez sentir emoções divergentes... medo, alegria, excitação, angústia, preocupações, esperanças, saudades...mas acima de tudo, AMOR... e que seja ele o maior motivo de todos, sempre que eu voltar pra minha cidade natal...
Estive com minha mãe no começo do ano, passamos nossas férias juntas, a levei para uma viagem na casa da minha irmã mais velha, Wilma, que há tempos devia uma visita... a viagem foi ótima, inesquecível e acredito que minha mãe tenha se divertido tanto quanto eu... valeu muito a pena essa viagem e prometemos fazer outras iguais novamente... minha esperança é de que isso aconteça mesmo... conto sempre com um milagre... tenho que acreditar em milagres, afinal, somos feitos de um, vivemos sobre o prisma de milagres acontecendo em nossas vidas, nos conduzindo a algum lugar por escolhas nossas, sobrevivendo dia a dia sobre o milagre da vida!...
Estou indo de volta pra casa... não no sentido físico, mas no sentido emocional de minha vida... incrível como as reflexões se modificam e nos paralisam quando somos pegos de surpresa por uma catástrofe inesperada... refletir é o que me resta, visto que ainda me sinto de mãos atadas e não sei como proceder quando finalmente estiver de frente com minha família... espero que tudo seja sempre do jeito que sempre foi... se assim for, estará ótimo...
Tenho sentido uma força extra nos últimos dias... talvez a isso muitos chamem de esperança, ou de fé, ou de energias positivas vindo ao meu encontro... não importa, esta força eu necessito carregar comigo para seguir adiante, seja como for, venha de quem vier...
Quando estamos sensibilizados por uma situação delicada de perda, ou possível perda, nossos sentidos ficam mais apurados, nossas emoções afloram inconscientemente... senti isso hoje pela manhã, quando ao acordar, me lembrei do sonho triste e angustiante que tive e que registrei em meu caderno de sonhos... acordei e fui pra rua resolver alguns assuntos... no caminho de volta, uma amiga querida, que tenho maior admiração pela guerreira que é e pela vivacidade e intensidade com que vive, nos altos dos seus 71 anos, depois de meses sem nos vermos, me viu e me parou na rua para me dar um abraço... esse abraço, Nilda querida, teve uma importância sem igual, daqueles presentes que você se enche de felicidade em receber e que tanto necessitava... passamos duas horas ali, no meio da rua, em pé, rindo e conversando sobre a vida e em momento algum eu quis lhe falar dos meus problemas,e não falei apenas porque não precisava lhe contar nada, você, com toda sua experiencia, sentiu que era desnecessario detalhes, a gente precisava apenas sentir aquela energia positiva entre nós e rir um pouco da vida... Obrigada pelo abraço, obrigada pela conversa deliciosa e obrigada pelo livro que me deu e que estou lendo agora e indico à todos que gostem de uma boa leitura: "Muitas Vidas, muitos mestres" - Brian L. Weiss. Juntamente com este livro, continuo uma outra leitura: Amor, Medicina e Milagres - de Bernie Siegel. Ambos os livros vieram em boa hora, pelas mãos de pessoas queridas que não sabiam exatamente a situação em que eu me encontro e ainda assim, deram uma ajuda enorme com este gesto. Dione, Rodrigo, Carol, Nilda, vocês são especiais e Deus sabe mesmo como agir no momento certo... Obrigada!...
Levo comigo, nesta viagem de férias, nesta viagem de reencontro, a minha vivência humilde, o meu amor incondicional e toda minha fé e esperança... A vida simples é a parte mais complexa de nossas escolhas... eu escolhi ser assim, sem muitas exigências, sem que o tempo seja determinado por mim... que tudo aconteça como tem que acontecer e conforme o caminho se torne árduo, eu me apoio nos muros construídos a minha volta que podemos chamar de amigos, de anjos, de família...
Vou bem ali, matar essa saudade enorme que está me sufocando e logo, logo, volto pra contar sobre como foi tudo...

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Mãe!...





Posso escapar por aqui???Ao menos o desabafo em escrita, já que sozinha, no meu canto de trabalho me recuso a falar... Pra onde olho ou tento correr e fugir, não encontro saída pra tristeza que invade a alma e me deixa impotente... no ano retrasado, minha mãe, diagnosticada com cancer no estomago mostrou muita força e coragem e venceu a primeira batalha... mas ninguém está preparado para lutas sucessivas e inesperadas... ficamos sempre na fé e na esperança de que tudo se resolveu e finalmente podemos respirar aliviados... de novo, do nada, somos invadidos pela doença silenciosa, que acomete toda a família... exames de rotina e manutenção, detectaram metástase na região dos pulmões... ela está lá, ainda sem saber a gravidade do problema e eu aqui, longe, de mãos atadas, sem saber como ajudar, o que fazer, pra onde correr... a bem da verdade, sei bem que eu gostaria mesmo era de correr até ela, abraçá-la muiiitooo e pegar o colinho que só ela pode me dar... mas a vida tem caminhos tortuosos e nada é no nosso tempo, mas sim, no tempo que, pra mim que acredito, seja o tempo que Deus assim o quer...
Enquanto não posso estar com ela, fico varrendo minhas memórias, lembrando e meditando sobre tudo que aprendi com minha mãe... e nossa, como aprendi! Mãe guerreira que abriu mão a vida toda pra viver a dos filhos e que deixou de lado seus sonhos e correu pra ajudar a realizar os nossos... vem o remorso das brigas, do atos impensados, das palavras soltas e irresponsáveis da minha adolescência, mas nada disso tem importância maior do que o amor... esse amor e gratidão superam qualquer mágoa e perdoa qualquer erro... pena que nem sempre tenhamos a sensatez de deixar que o amor fale mais alto do que o rancor... remoemos e arranjamos culpados pra tudo... devíamos mesmo era nos redimir com muitos beijos e abraços e muitos EU TE AMO! VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM!...
A vida passa num piscar de olhos e a gente tem percebido isso... ainda assim, deixamos sempre pra depois o que é realmente importante... clichê, mas verdadeiro... amanhã eu digo, amanhã eu faço, amanhã, amanhã, amanhã...e o amanhã passa e acabamos não fazendo o que deveríamos fazer a tempo...
Outro dia, comentava com alguém sobre a nossa passividade perante a vida... deixamos acontecer, ficamos estarrecidos com as más notícias que nos assolam, mas nada fazemos pra mudar... mudar como? como proceder? a quem recorrer? o que fazer?... e com as dúvidas deixamos passar também a nossa indignação, nos acostumamos... não devíamos nos acostumar com as coisas ruins... as coisas ruins deviam ficar martelando nossas mentes para só acalmar quando arregaçamos as mangas e lutamos por algo melhor, pra que algo aconteça de melhor...e não digo isso com o intuito de que deixemos de viver pra ficar martelando problemas. Não, não é nada disso, apenas acho que a gente podia aproveitar melhor tudo de ruim que passamos para fazer diferença nesse mundo que estamos preparando para o futuro. Se hoje é assim, amanhã pode ser melhor, então, porque não brigamos por isso? Quero dividir a minha falta de tempo com outras pessoas que possam com a mesma falta de tempo, arranjar um tempo a mais de viver melhor. Um instante do nosso tempo tão corrido não vai tirar o prazer de você ser feliz por você e por outro alguém. Coisas simples, atos simples, pensamentos simples é que podem fazer a diferença. Sorrir, chorar e pedir o ombro amigo, um livro, uma música, um papo bacana, uma conversa informal pode ser um grande remédio e que diferença pode fazer!...
Mãezinha... vou te ligar, mas estou preparando meu emocional para não deixar que você perceba minha tristeza... tristeza? não, não mais tristeza, eu tenho uma baita sorte de ter você como mãe, e apesar de tudo que vamos ter que enfrentar, valeu, vale e vai valer a pena sempre por conta do amor que você me ensinou a receber, a dar e a retribuir aos outros...então,não será tristeza... apenas um pouco de receio que vai se transformar em altas gargalhadas quando vocvê atender e eu, como sempre dizer: - Fala véia!!!!! E ai, dá pra vender um pouco de saúde pra mim???..
E vamos rir, vamos fofocar como toda semana fazemos e deixaremos pra nos queixar em uma outra oportunidade.... nada de tristezas, certo?
Já já te ligo pra dizer que estou com saudades e que estou providenciando para o mais rápido possível poder estar com a senhora, pegando o colinho que preciso... Fica com Deus!... Beijos...

sábado, 23 de outubro de 2010

20/10/2010 - meu niver


Presente de verdade é ter de alguma forma o carinho das pessoas... é saber que o respeito é recíproco, que a admiração é verdadeira, que os desejos de tudo de bom é para ambos os lados... Mais um ano de vida que vem e que me traz a certeza de que a vida vale a pena ser vivida se com ela, as pessoas que nos cercam forem sempre tão especiais quanto as que me cercam!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Tentativa frustrada....




PROCURA-SE DIAGRAMA

Ontem achei a imagem desses origamis liiindooo na net... pedi ajuda dos amigos origamistas e consegui o diagrama, mas a primeira tentativa não deu certo... muito tempo sem dobrar... to enferrujada!... Vou tentar novamente... com calma, muuuiiitaaa calma dessa vez...
Aproveitando a deixa, quem tiver o diagrama do Snoopy, eu gostaria muuuuiiitoooo de receber... em homenagem aos meus beagles lindos!!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

MAIS FOTOS DOS MEUS BEBES E DA MÃEZONA MENINA!!!!



Nunca imaginei que fosse me apaixonar desse jeito por esses filhotinhos!!!... Babo dia e noite, e se pudesse, babava a tarde tambem, mas como tenho que trabalhar, tenho que babar apenas pelas fotos... eles estão cada dia mais espertinhos e adoram ficar juntinhos... a Menina é uma mãezona mesmo, cuida direitinho deles, mas temos que ficar de olho porque vez ou outra um deles se esconde debaixo do colchão e se a gente bobear, eles podem se machucar... a vigia em casa está sendo revezada... todo mundo cuidando da Menina e dos pequenos... Sempre que abrimos a porta, a primeira regra é contar os filhotinhos... um, dois, tres, quatro, cinco, seis.... sete... pronto, agora podemos passar o corredor sem o risco de pisar neles... todo cuidado é pouco... e no mais, é curtir todo dia...

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

NASCERAM OS FILHOTES DA MENINA!!!...

OLHA O SORRISO DA MENINA APRESENTANDO OS FILHOTES PRA NÓS!!!







Depois de uma fuga alucinada no ano pasado, e de um namoro rápido com o Billy (ver postagens anteriores) esperávamos que a Menina nos desse ao menos 4 filhotes e para nossa surpresa, vieram 7!!!... Dia 21/08/10, sábado, às 17:20 estava eu, na correria do trabalho quando o telefone tocou: - "Mãe, calma, tá tudo bem, estou ligando pra dizer que a Menina teve o primeiro filhote... - disse a Karina.
- Ahhhhhh, não acredito!!! Quero ver, quero estar perto dela, quero ajudar!!! (eu sou por natureza desesperada...rs)
Mandei todo mundo ficar com ela... Sergio e as cças... todo mundo perto dela, filmando, ajudando, cuidando dela enquanto eu, angustiada e ansiosa, atendia meus clientes na maior correria, como há muito tempo não havia aqui na video... valeu demais pela compreensão de todos! Estava afobada, mas atendi com toda dedicação e atenção como sempre... e esperando para que chegasse logo 22 horas e eu pudesse ir pra casa...
Lamentava apenas ter perdido o nascimento dos filhotes... cada um que nascia, era uma ligação que as cças me davam... uma... duas.... tres... quatro... cinco... ufaaaa, acho que ela parou por aqui, pensava eu...
Cheguei em casa, doida pra babar nos filhotes e dar carinho pra Menina, cansada, tadinha... e para minha surpresa, presenciei os dois últimos filhotes... Todos lindos, saudáveis e um dengo só! Menina, mãezona, guerreira, super cuidadosa agora precisa ainda mais dos nossos cuidados e nao falta atenção para todos... estamos muito felizes com a chegada dos bebes... vamos curtir muuiiitoo cada fase... e sempre que houver mudanças, venho postar fotos deles...

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

HIROSHIMA - 06/08/45

VAMOS DOBRAR UM TSURU PARA LEMBRAR E HOMENAGEAR TODAS AS VÍTIMAS E PEDIR PARA QUE NUNCA MAIS ISSO SE REPITA NA HISTORIA DA HUMANIDADE:







No dia 6 de Agosto de 1945, ao final da Segunda Guerra Mundial, a cidade japonesa de Hiroshima foi desnecessariamente bombardeada pela força aérea americana. Três dias mais tarde segui-se o bombardeio de Nagasaki. Sua justificação era forçar o rendição do Japão, porém, o que ficou evidenciado era que ambas faziam parte de uma verdadeira demonstração de força do armamento nuclear dos EUA.
As cidades foram escolhida por estarem situadas exatamente entre vales, o que facilitaria a avaliação dos danos causados pela nova tecnologia bélica, a qual nunca até então havia sido usada e nem se sabia quais seriam suas consequências. Soma-se a isso o fato de que essas cidades nunca sofreram ataques durante a Segunda Guerra, ou seja, era pouco vigiadas.
A detonação da Little Boy, como era chamada a bomba que causou a morte de mais de 250 mil pessoas em Hiroshima, foi ouvida até o alcance das cidades vizinhas. Ela destruiu tudo o que encontrava num raio de dois quilômetros e meio, devastando vegetação e estrutura da cidade. Porém, o aporte térmico da bomba teve um alcance ainda maior. A detonação da Fat Man sobre Nagasaki causou tanta destruição quanto em Hiroshima.
Sobreviventes que sofreram fortes queimaduras devidas á propagação do intenso calor, fora da área de explosão, andavam pelas ruas sem saber o que havia acontecido. A radioatividade se espalhou provocando chuvas ácidas, causando a contaminação da região, incluindo lagos, rios, plantações. Os sobreviventes foram atendidos dias depois, o que ocasionou a morte lenta e agonizante de muitos. Até os dias de hoje os descendentes dos habitantes afetados sofrem os efeitos da radioatividade.
Tempos depois a cidade foi sendo reconstruída. Após mais de 60 anos decorridos da tragédia que marcou a história mundial, Hiroshima se transformou numa cidade moderna e desenvolvida, com árvores, prédios, pessoas circulando e carros, como em qualquer outra. Contudo, as lembranças continuam vivas dentro de cada um. Sendo assim foi construído o Memorial da Paz de Hiroshima, uma das atrações mais visitadas no Japão, servindo de apelo à paz e um acervo cultural.
(tirado de http://pt.shvoong.com/humanities/497280-bomba-hiroshima-nagasaki/)

sexta-feira, 30 de julho de 2010

As Adeniums são fortes!...



Depois da tristeza de ver minhas plantas murchas e amareladas e pedir ajuda, fiz o que me recomendaram e tive paciência e persistência... mais paciência, o que pra mim que sou ansiosa por natureza já foi muito... e olha só, minhas Adeniums (Rosa do Deserto) estão reagindo bem e parece que agora está tudo certo... elas se adaptaram ao lugar onde estão... agora, é cuidar e admirar as plantas todos os dias...
Obrigada pela ajuda de todos!...

terça-feira, 27 de julho de 2010

CHAPADA DOS GUIMARÃES - Fim de semana










Fim de semana eu fui brincar um pouco de tirar fotos da natureza... e que perfeição tendo como tema o fim do dia na Chapada dos Guimarães, neh?